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          Com essas palavras esta moça, declara num vídeo de quase seis minutos todo seu desgosto por ter se tornado mãe num momento que segundo ela, seu casamento ia bem, mas ela estava terminando a faculdade e tinha sonhos e mais sonhos…

          No video ela reclama da falta de liberdade até para ir ao banheiro defecar, reclama que não gostaria de ser obrigada a estar com o próprio filho todo tempo, que gostaria que seu filho fosse seu sobrinho para que ela pudesse ve-lo só de vez em quando.

          Sente-se prisioneira, sente-se desnorteada pelo fato de que está desperdiçando seus melhores momentos que poderia ter liberdade para poder ir e vir quando bem quisesse mas porém é “mãe” e um dia quando seu filho crescer, ele vai curtir a vida dele, ela vai olhar para trás e ver o quanto perdeu em ter dado tanto de seu tempo para o filho…

         E ela levanta a bandeira do feminismo, e tenta fazer com que suas palavras, sejam algum tipo de verdade que todos deveriam de aceitar e achar algo normal…

          Este é o tipo de pessoa que está povoando o mundo atualmente, cada um mais frio do que o outro, o lado “ser humano” cada dia menor e o lado material e vazio, sendo elevados aos extremos. Ao proferir cada palavra ela simplesmente declara que nada sente de amor em relação ao filho que simplesmente ninguém a obrigou a fazer.

         As pessoas querem ir para o céu, mas não querem morrer…Querem transar sem proteção, mas não querem que haja nenhuma consequência, nem doenças, muito menos um filho.

           Eu particularmente nunca considerei que um filho seja uma benção de Deus. Filho é uma consequência de um ato, pensado ou impensado. Por sinal, vejo que quanto menos informada e com menos recursos a pessoa, mais filhos ela tende a “produzir”, e isso também é algo terrível, quanto mais os menos favorecidos tem filhos aos montes, mais problemas de toda ordem teremos no futuro, pois se seus pais não podem se quer ter uma vida com um mínimo de dignidade, que tipo de dignidade darão a suas proles?

           Se tornar pai/mãe, é algo extremamente sério, vejo que a banalização disso é algo surpreendentemente crescente nos dias atuais e o pior, vejo adolescentes cada dia mais “novinhas” sendo mães e nem se quer sabem quem foi que “ajudou” a fazer aquele filho. Os pais perderam o controle sobre seus filhos, e os mesmos não os respeitam, depois encerra-se a adolescência e inocência cedo demais…Quando deveriam estar estudando e se preparando para a vida, já estão comprometidos com outra vida que não pediu para existir!

           Vejo que vivemos um período da raça humana dos melhores em toda nossa existência, no quesito da informação, tecnologia e ciência, mas também vejo que a alma do ser humano tem se tornado cada dia mais pobre, vazia e com isso a maldade tem se multiplicado de inumeras formas, trazendo miséria e problemas que tem gerado caos generalizado a toda sociedade.

           Exemplos como dessa moça, não são raros, estão por todo lado, todo lugar, imaginem o futuro dessa criança criada sem amor algum. Imagina quando ela assistir um dia sua mãe dizendo num vídeo que preferia que ele fosse seu sobrinho. Como fica essa cabeça? Que tipo de ser “desumano” esta moça está criando por conta do seu egoísmo, egocentrismo e coração vazio.

           Não sei para onde estamos indo, só sei que o amor tem esfriado cada dia mais, o mundo está evoluindo, mas o ser humano está regredindo…

Abraço forte e reconfortante a todos.

HC de Souza

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